terça-feira, 5 de abril de 2016

gravidez na adolescência,

4A gravidez na adolescência, em nosso contexto sociocultural, tem sido vista e tratada
como uma questão exclusiva do universo feminino. Podemos detectar isso ao
identificar como são poucas as agendas que relatam experiências de pais
adolescentes. Sabemos pouco dessa realidade, a não ser que, via de regra, nessa
história o menino é um personagem com pouca presença e voz, e com pouco poder de
decisão. como aumentar a libido

4Apesar de tantas mudanças sociais ocorridas nos últimos anos, ainda faz parte da
socialização de qualquer menina que seu grande valor está em uma maternidade
futura. Mesmo com a variedade de papéis desempenhados pelas mulheres dentro da
sociedade, o papel de mãe não foi, nem de leve, ameaçado.
4As mulheres têm tido filhos(as), cedo ou tarde, dependendo de mecanismos gerados
pela própria sociedade. Por exemplo, no Brasil do século passado, a faixa etária entre
12 e 18 anos não tinha o caráter de passagem da infância para a vida adulta. Assim,
meninas de elite entre 12 e 14 anos estavam aptas para o casamento e, se não se
casassem nessa idade, seria problemático para os pais, uma vez que, após os 14 anos,
começavam a se tornar velhas para procriar. As uniões dessas crianças eram
abençoadas pela igreja. aumentar o desejo masculino

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garcina cambogia preço 4A gravidez e a maternidade na adolescência rompem com a trajetória tida como
“natural” nos dias de hoje: crescer, estudar, trabalhar e casar. Emergem socialmente
como problema e risco a serem evitados. A própria sexualidade dos(as) jovens se vê
contrariada pelos projetos que a sociedade lhes impõe, visando a determinados fins.
Por exemplo: a manutenção da reprodução dentro do marco da família – a remédio para aumentar desejo masculino
necessidade de mão de obra qualificada em condições de participar da sociedade de
consumo, a intenção de conter a pobreza por meio da diminuição de nascimentos,
sobretudo quando as mães sejam adolescentes pobres – pois a pobreza cobra do
Estado assistência, políticas públicas de saúde, de educação, de habitação.
4O combate à pobreza não se dá com o controle da natalidade e sim com políticas e
programas para a ampliação das liberdades individuais, tais como transferência de
renda, educação de qualidade, formação profissional, geração de emprego, promoção
da saúde, como afirma o Governo Federal. estimulante sexual

9Cavasin, Sylvia. Arruda, Silvani. Gravidez na adolescência: desejo ou subversão? Em
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/156_04PGM2.pdf. Acessado em 06/12/08.
42 - Sexualidades e Saúde Reprodutiva como aumentar o desejo masculino
Finalização da oficina
4Peça que, em conjunto, os(as) adolescentes e jovens pensem em ações possíveis de
se realizar na escola e nos serviços de saúde para que a discussão sobre a
sexualidade e a saúde reprodutiva aconteça.
4Registre as sugestões e, posteriormente, encaminhe-as aos(às) responsáveis pelo
projeto Saúde e Prevenção nas Escolas do município. Caso não haja o SPE, no seu
município, encaminhem suas sugestões aos(às) representantes das secretarias de
educação e de saúde.  energia sexual

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Muitas vezes vemos reportagens na TV, revistas ou jornais sobre o aumento do
número de adolescentes grávidas. Essas notícias, geralmente, têm um caráter
negativo e culpabilizador, em que as meninas, muitas vezes, são retratadas como
“fáceis” e irresponsáveis por não tomarem contraceptivos orais e os meninos,
quando aparecem, são chamados de inconsequentes. creme para o rosto
No entanto, basta dar uma olhada nas estatísticas atuais para perceber que o
número de gravidezes na adolescência ou encontra-se estável ou até mesmo
diminuiu nos últimos anos, como é o caso do Estado de São Paulo onde, em
comparação a 1998, reduziu-se em 34,7% em 2007.

Mãe adolescente/Jovem mãe
Desde crianças, as meninas são estimuladas a desenvolver habilidades
relacionadas ao exercício da maternidade e do cuidado. Histórica e culturalmente,
associamos a imagem da mulher à de mãe, como se as duas coisas fossem
inseparáveis, ou como se para ser uma mulher completa, necessariamente, fosse
necessário também ser mãe. Tanto é assim que, muitas vezes, ouvimos frases
como “uma mulher sem filhos é como uma árvore sem frutos”, ou coisa parecida.
Nem toda mulher quer ter filhos(as) e não há nenhum problema nisso. Pelo
contrário, decidir não ter filhos(as) é um direito. Assim, a decisão pela
maternidade precisa estar atrelada ao desejo de cada mulher e não a construções
sociais impositivas.

Tais construções sociais impõem outras questões às mulheres: espera-se que
quando engravidem saibam tudo que se deve fazer, não podendo mostrar dúvidas
e fragilidade no papel de mãe. Esquece-se, muitas vezes, que ninguém nasce
sabendo ser mãe ou pai, que isso é algo que se descobre no dia a dia e com a
ajuda dos(as) outros(as).
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