sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sobre a saúde mental

estimular e adotar medidas cooperativas destinadas a impedir a introdução
e a propagação de doenças nos territórios dos governos signatários
ou procedentes dos mesmos;
3) uniformizar o registro de dados estatísticos relativos à morbidade nos
países dos governos signatários;
4) estimular o intercâmbio de informes que possam ser valiosos para melhorar
a saúde pública e combater as enfermidades próprias do homem.
Quatro anos mais tarde, em Lima, a VIII Conferência estabeleceu um
Conselho Diretor para a Oficina e aprovou que ela atuasse coletando dados
para a Oficina Internacional de Saúde Pública, criada em 1907, com sede em
Paris (BOSP, ano 7, n. 1, jan. 1928). Representado por João Pedro de
Albuquerque e Bento Oswaldo Cruz, o Brasil levou, para esse colóquio, informe
sobre saúde materno-infantil e seus progressos no país, apresentando
documento elaborado por Antônio Fernandes Figueira. A despeito dos trabalhos
históricos sobre a OPAS ressaltarem o papel da VII Conferência, devido
à aprovação do Código Sanitário, o exame do colóquio realizado em Lima
requer análise mais cuidadosa, uma vez que demonstra preocupações que
superavam as medidas sanitárias nos portos.

Isso não significa que o Código Sanitário Pan-Americano não se
mantivesse como tema central, algumas discussões detendo-se no caráter de
recomendação ou obrigatoriedade dos artigos do documento. Nesse debate,
uma referência importante foi a participação de Carlos Chagas em 1926
na Conferência Sanitária Internacional, realizada em Paris. O cientista brasileiro
defendera a proteção dos países do Atlântico, quanto a doenças resultantes
do intenso fluxo migratório, e redigiu o texto sobre os princípios
técnicos e científicos da profilaxia da febre amarela. médico fisioterapeuta

Como mecanismo de cooperação técnica, instituiu-se o cargo de
Comissários Itinerantes (viajeros) - funcionário dos serviços nacionais de saúde
que poderiam ser cedidos à Oficina e que deveriam prestar colaboração às
autoridades sanitárias dos países signatários. A VIII Conferência aprovou tam¬
bém um anexo ao Código Sanitário e definiu o processo de ratificação, completado
apenas em 1936, com a assinatura pelas 21 repúblicas existentes na América.
O processo de ratificação teria mesmo de ser longo, pois implicava aprovação
das medidas preconizadas pelo Poder Legislativo dos países americanos.
As conferências sanitárias, ao incluírem como ponto central de seu
programa os informes dos países, contribuem para que se compreenda a
importância de algumas enfermidades, aspectos do quadro sanitário e ações
em curso. medico dentista     médico oftalmologista

 No caso da VIII Conferência, encontram-se, por exemplo, evidências
sobre semelhanças do quadro sanitário dos Estados Unidos em relação
aos demais países americanos. A delegação norte-americana, formada por
Hugh S. Cumming, John Long e Bolívar Lloyd, apresentou informe sanitário
abrangente sobre o país, com dados sobre as seguintes doenças: tuberculose,
câncer, tracoma, bócio, febre ondulante (zoonose), lepra, encefalite
epidêmica, sarampo, febre das montanhas rochosas, difteria e paludismo. Des¬
tacou-se a redução da malária nos  médico ginecologista

EUA, observando-se, contudo, que a doença
permanecia como um dos mais graves problemas higiênicos em certos
pontos do país. Outros temas mencionados foram varíola, peste, notificação de
doenças transmissíveis, administração de higiene, inundações do rio Mississipi,
toxicomania, leite, proteção às mães e filhos e higiene industrial.

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